sábado, 25 de junho de 2011

ESCOLA SÃO JOSÉ REPRESENTA ÓBIDOS NOS JEP'S EM SANTARÉM

Sem dúvida, a delegação de Óbidos é a mais animada dos jogos e a que torce com maior paixão.
Por João Nunes de Brito
Correspondente Amamos Óbidos na Pérola do tapajós

 
Estive acompanhando, na tarde do dia 23/06 os confrontos dos JEP'S, que estão sendo realizados no ginásio da UEPA, em Santarém, e são promovidos pela Secretaria de Estado de Educação. A escola São José representa o município de Óbidos nessa competição e está sendo chefiada pelo diretor Jesimiel. Pela impressão que tive, a delegação de Óbidos é a mais animada dos jogos e a que torce com mais paixão. O apoio da torcida contagia os jovens atletas. Porém, verifiquei um segredo na preparação da equipe de handebol que representa Óbidos, e que fez toda a diferença no jogo contra a equipe de Santarém: é a tática da “banana”.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

DO CÉU AO INFERNO: BAILE NO BARBALHÃO COM DIREITO A MÚSICA NO FANTÁSTICO X CRISE ENTRE DIRETORES

Em menos de um mês, o time do São Raimundo vai da euforia de uma surpreendente recuperação no campeonato a um início de crise.


Por João Nunes de Brito
(Correspondente Amamos Óbidos na Pérola do Tapajós)


No domingo (08/05/11) o São Raimundo enfrentou a equipe do Independente, de Tucuruí, em partida válida pela sexta rodada do segundo turno do Campeonato Paraense de Futebol.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

QUANTO CUSTA PARA UM BLOCO SAIR NA RUA DE ÓBIDOS - RESPOSTA DO EX-SECRETÁRIO DE CULTURA, À PEDIDO.

A respeito da opinião publicada na Tribuna da Calha Norte n° 373, de 7/5/2011, de sua autoria, assim como no Blog Amamos Óbidos, tenho alguns pontos a serem colocados, agora na qualidade de ex-secretário de cultura do município de Óbidos, e seria democrático se fosse publicado no blog, assim como no espaço do Jornal impresso.

UMA CONTA QUE NÃO FECHA

Será mesmo que os blocos de Óbidos estão nadando em dinheiro?

MARCO LINO GOMES

A finalidade deste espaço é servir de Canal Aberto para Os Amigos Associados do Município de Óbidos, Amigos da Verdade, Amigos do Sentir Bem, Amigos da Prosperidade e das Coisas Boas para este Município, onde poderão expressar seus pontos de vista, opiniões, fazerem debate e elucidarem os fatos reais deste Município...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

UMA HISTÓRIA PARA COMPARTILHAR


Por M. Lino
Ocorreu na Casa de Cultura, nos dias 25 a 29 de abril, a Semana do Escritor Obidense, na qual houve variada programação cultural, apresentação da Escola de Música Manoel Rodrigues, lançamento do livro “Amazônia, contos, lendas, ritos e mitos” da escritora obidense Edith Carvalho Vieira. Na programação de abertura estiveram presentes vários artistas, entre eles, Sérgio de Andrade. Aí lembrei um fato curioso que aconteceu numa das várias pescarias (Sérgio é pescador) que ele fez (e faz) por esse Lago Grande de meu Deus. Quero compartilhar essa história com os leitores deste blog.
GAVIÃO INTELIGENTE

EXCELÊNCIA E MODERNIDADE


A população ganha com propostas que priorizam a excelência no atendimento e o conforto do usuário.
Por M. Lino

Já dizia o poeta Vinícius de Moraes: “As muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.”
Na atualidade, diria mais: “beleza e modernidade são fundamentais.” Vejamos como esta máxima se aplica à linha Óbidos-Santarém-Óbidos. Antes da concorrência dos navios de ferro, os usuários do transporte fluvial que por algum motivo deixavam de utilizar as rápidas e modernas lanchas, tinham como opção apenas os barcos de madeira que viajavam em noites alternadas. O serviço era o melhor possível, assim pensávamos. O preço da passagem nos parecia razoável, acreditávamos sem muitos questionamentos.
Surge, então, motivado pela lei da livre concorrência, e concebido a partir do arrojado investimento da empresa Amaral Navegações, o navio motor “Príncipe de Óbidos”. Investimento visionário, sem dúvida. Embarcação construída com os mais modernos conceitos de projeção naval. O resultado é um transporte modelo em toda a região.
Mais interessante ainda é a satisfação que o usuário experimenta ao embarcar em um navio que leva o nome da cidade de origem da maioria dos usuários.
Este empreendimento veio para transformar a ideia antiga de serviço público enraizado em nosso inconsciente.
Quando as máquinas do navio estabelecem a marcha de viagem, pensamos: “Este sim, representa perfeitamente a grandeza do nome da cidade. Entramos definitivamente na modernidade do transporte fluvial.” E quando nos passa uma longínqua lembrança de outras eras, repelimos rapidamente o pensamento. Viajar em outro barco? Só se for melhor que este! O futurismo tende a suplantar a tradição, principalmente à bordo de um navio tão moderno.
É um exemplo a ser visto, seguido e copiado. Mostra convincente de um projeto de mudança do presente almejando um futuro em que modelos tradicionalistas na área de serviços, perdem espaço para propostas que priorizam a excelência no atendimento e no conforto do usuário. A população ganha, através da empresa Amaral Navegações, um reconhecimento que a muito precisava.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

O CANTO DO ACAUÃ


 Por Marcos

Tenho dez anos, comecei a ler aos quatro anos, e a primeira poesia que me chamou a atenção foi uma de Mario Quintana que diz :

aqui vão todas as letras desde o A até o Z,
pra você fazer com elas o que esperam de você;
Com X escrevo xícara, Com X escrevo xixi,
Não faça xixi na xícara o que irão dizer de ti.

O gosto por leitura vem do incentivo da família principalmente de minha irmã MARIA que tem 13 anos e de meu tio, o M. Lino. Ainda gosto do Mario Quintana, Ziraldo e Maurício de Souza, mais também gosto de ficção meus livros favoritos são o Código da Vinci de Dan Brown, Odisséia para crianças de Romero e Histórias extraordinárias de Edgar Alan Poe.

Com nove anos ajudado por minha irmã escrevi o poema o Canto do Acauã como homenagem ao meu avo que é pescador e diz que o acauã quando canta chama chuva,

O CANTO DO ACAUÃ

O Acauã “chama” a chuva;
Nas águas turvas do aningal,
e vai surgindo uma a uma;
as nuvens do temporal.

A chuva vem vindo...
Os pingos de água vão caindo;
Perto do lago e do rio.
O dia vai ficado frio...

Sobre o rio se forma uma garoa;
Onde passa uma canoa;
Para o destino-lugar;
Onde o homem vai pescar.

Ele pesca o que vier;
Bocó, acari, tucunaré
e vai remando por aí;
por dentro do igarapé.

E de repente aparece o sol;
Iluminando o dia,
Aquecendo a vida,
Florescendo a alegria.
Marcos e Maria

segunda-feira, 18 de abril de 2011

QUANTO CUSTA PARA UM BLOCO SAIR NA RUA?


Contando apenas com o empenho da diretoria, de sócios e simpatizantes, os chamados blocos oficiais trabalham praticamente o ano todo para apresentar na semana do carnaval um desfile à altura das espectativas. Poucos sabem os pulos que os carnavalescos tem que dar para mostrar seu trabalho dignamente.

Por M. Lino

Um percurso entre a magia do carnaval e as reais dificuldades dos blocos

segunda-feira, 11 de abril de 2011

SÃO RAIMUNDO CONTINUA NA LIDERANÇA

Mesmo com empate, Pantera se mantém na liderança do Parazão.

Por João Nunes de Brito*
(Correspondente Amamos Óbidos na Pérola do Tapajós)


A boa campanha que o time vem fazendo ao comando do técnico Charles Guerreiro, animou o torcedor que compareceu em grande número ao estádio. O Pantera enfrentou um adversário disposta a estragar a festa que a torcida preparou no Colosso do Tapajós. No entanto, o jogo foi duro de assistir. Muitos chutões e passes errados. O jeito foi olhar para a arquibancada, lotada de beldades. Para loucura dos “Loucos Alvinegros” o lateral Sató divide uma bola e recebe cartão vermelho. Era o início do pesadelo. No segundo tempo o Águia abriu o placar com Roberto e calou o estádio. A falta de criatividade no meio campo do São Raimundo atrapalhava qualquer tentativa de reação. Para complicar, o São Raimundo teve mais jogador expulso.
Com dois a menos, o jogo parecia perdido, a torcida deixava o estádio, mas o São Raimundo conseguiu achar um gol no final, com jogada de Vélber, que o camisa 8 (Analdo) do Águia desviou com a mão dentro da grande área. Daniel (7) cobrou o pênalti e empatou a partida. A festa soou como uma vitória, pois o time jogou parte de segundo tempo com 9 atletas em campo. O Empate manteve o Pantera na liderança do segundo turno com 4 pontos, com o mesmo número de pontos da Tuna, mas com melhor saldo de gols.



 Clima de descontração no ônibus do Pantera: Vélber e Ney Carioca.


 Belo: aguardando nova oportunidade no time.


 Difícil era encontrar um lugar na arquibancada.


 Torcida rubro-negra chega para incentivar o Pantera.


 Bill Gates no Colosso do Tapajós.


 Saudando a torcida. Empate no final deixa o time na liderança.




sexta-feira, 8 de abril de 2011

ACABOU O CARNAVAL ACABOU O DIVERTIMENTO?


Se assim for, somente em julho haverá algo de interessante na cidade.
Por M.Lino

Acabou o carnaval. Estamos no período da Quaresma. Que saudade do furdunço! Não significa o fim da picada. No entanto, em se tratando da cidade de Óbidos, guardo algumas reservas.
A Quaresma é a época em que a sociedade obidense se divide em duas classes distintas: de um lado estão os frequentadores assíduos das celebrações cristãs, de outro os célebres simpatizantes do Calçadão da Fama.
Ainda não é o juízo final a colocar à direita os eleitos e à esquerda os maus. Trata-se de falta de opções. Ou o cidadão se enquadra em uma dessas classes ou fica deslocado. Após a “cremação do Pai da Pinga” a coisa ficou ainda pior. Procura-se um lugar onde ir e não se encontra, um programa cultural, sim porque o carnaval é a maior expressão cultural na cidade, e já que acabou não há outra escolha. Acabou o carnaval acabou a diversão? Se assim for, somente em julho haverá algo de interessante na cidade. Não pensemos assim. Vejamos como nem tudo está perdido. Há o futebol nos finais de semana no estádio Arizão. É a melhor oportunidade para atualizar o repertório de palavrões. Bom, fora isso... não há mais o que fazer na cidade. A não ser encher a cara no boteco mais próximo. Geralmente é a opção preferida dos jovens, infelizmente. Por isso, há muito tempo a cidade não revela nenhum craque de futebol.
De forma discreta, o transcendente grupo de teatro Getsemani prepara o espetáculo sacro sobre a paixão e morte de Jesus Cristo. Tive a grata oportunidade de diversas vezes assistir o trabalho desses artistas que representam a maior expressão da arte cênica na cidade. O espetáculo merece aplausos, os atores e organizadores também. Mas, depois que acaba a Semana Santa, ao que parece, o grupo desencarna e passa a ter uma vida totalmente alheia. Pelo menos não temos mais notícias de outro trabalho de vulto quanto o da Quaresma.
Poderia ser diferente. Poderia e deveria. Quando o poder público falha, como é o caso da falta de apoio a grupos de teatro amador, cabe à população tomar a iniciativa. Aqui o conceituado grupo, como protagonista, promoveria momentos de cultura com mais apresentações, e de quebra revelaria talentos. A população agradeceria.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

RESTAURANTE POPULAR DE SANTARÉM OFERECE REFEIÇÃO POR R$ 2,00


A nova modalidade de alimentação garante uma boa refeição no dia

Por João Nunes de Brito*
(Correspondente Amamos Óbidos na Pérola do Tapajós)

O Restaurante Popular de Santarém é um espaço que oferece alimentação saudável ao preço acessível de R$ 2,00. Com a iniciativa, o governo busca ampliar a oferta de refeições aos trabalhadores urbanos, desempregados e à população de baixa renda, garantindo o direito humano à alimentação adequada.
O Restaurante Popular é um programa do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), regulamentado pela Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Lei Federal 11.346/2006). Com capacidade para 410 pessoas sentadas, a nova modalidade de alimentação é uma opção para muitos que pouco tem para garantir uma boa refeição no dia. Conta com um cardápio diferenciado priorizando alimentos regionais. A capacidade diária do restaurante é para fornecer até mil refeições. Cada bandejão terá cerca de 1 k de alimento.
O Restaurante Popular fica localizado em local confortável e de fácil acesso, nos altos do Mercadão 2000, na avenida Tapajós.
Bandejão ao preço de R$ 2,00
Cardápio regionalizado

Ambiente com capacidade para 410 pessoas sentadas

segunda-feira, 4 de abril de 2011

SÃO RAIMUNDO VENCE REMO E INICIA BEM O 2º TURNO

Ambas as equipes buscavam iniciar o segundo turno com pé direito,
mas foi o São Raimundo quem levou a melhor.

Por João Nunes de Brito*
(Correspondente Amamos Óbidos na Pérola do Tapajós)


O encontro das feras aconteceu na tarde deste domingo (04/04/11) no Colosso do Tapajós, válido pelo Campeonato Paraense de Futebol. O Pantera Negra e o Leão da capital enfrentaram-se numa partida cheia de lances emocionantes. Não faltou a presença ilustre torcedora do São Raimundo, Tia Lucinda, com a imagem do santo. No entanto, o Remo saiu na frente do placar com Wellington Silva, aos 10 minutos do 1º tempo. Porém, com um jogo dinâmico e convincente, o São Raimundo conseguiu o empate aos 22 minutos, após cruzamento da direita, Leandro Guerreiro chutou forte no canto direito do goleiro Lopes. Com o apoio da torcida o time da casa cresceu no jogo, Somente aos 15 minutos do 2º tempo aconteceu a virada, com gol de Rodrigo. A partir daí o time administrou a vitória, e segurou a pressão do Remo que tentava reagir na partida. Em um ataque veloz, o jogador Vélber cruzou na área e Leandro Guerreiro escorou para o gol. Final, 3 x 1 São Raimundo.
Houve apenas um pequeno incidente com a torcida do Remo, que ao tentar colocar uma bandeira na grade de proteção foi impedida por grande número de torcedores do Pantera, rapidamente a polícia militar interviu e armou um cordão de isolamento entre as torcidas, para evitar possíveis confrontos. A torcida saiu reclamando da superlotação do estádio e muitos tiveram que assistir o jogo espremidos junto à grade de proteção.
Delegação do Remo saindo do hotel rumo ao Colosso do Tapajós.

Rafael Mourisco, capitão do remo.

Torcida chegando ao estádio.

Torcedores de todas as idades lotaram o Colosso do tapajós.

Tia Lucinda e a  fé em São Raimundo.

Torcida do Remo, mesmo em pequeno número esteve presente.

A polícia militar teve que conter os ânimos da torcida do São Raimundo.

Torcedores assistiram ao jogo espremidos na grade de proteção.