Mostrando postagens com marcador Carnapauxis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carnapauxis. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

QUASE TUDO PRONTO PARA O CARNAPAUXIS 2017




Para todos aqueles que estavam preocupados se daria tempo ou não para a ornamentação do Carnapauxis, devido ao fato de que a licitação só aconteceu no último dia 18/02/2017, fiquem tranquilos pois de acordo com fotos que nos repassaram em 20/02/2017, de autor desconhecido, os trabalhos já estão bastante adiantados, foi como se a equipe trabalhou dia e noite para a efetivação do compromisso assumido. Por outro lado, percebemos que a montagem do Palco, Área Vip, e os Camarotes estão em ritmo acelerado para que tudo esteja suficientemente perfeito para a chegada do Bloco Mirim na quinta feira.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

CARNAPAUXIS 2017 E A CONTROVERSA ECONOMIA

É surpreendente vermos o Povo querendo fazer a Festa do Carnapauxis. Olha o dia do Pré Carnaval do Bloco das Virgens 2017.




Em 2017, vivemos um Carnapauxis às avessas pois diante da mudança na administração pública municipal foi decidido por um grupo reduzido de pessoas que não haveria o Pré Carnaval, mas também pudera, foi colocado o argumento propositivo de que o obidense deveria escolher entre o Carnaval e o pagamento de salários. Ora, achamos desproporcional a imposição, afinal de contas, tivemos a chegada de recursos suficientes para fazer o pagamento de todos os salários, inclusive com sobras devido à repatriação de recursos via Governo Federal.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O “Boom” do Carnápauxis

 Por M. R.

Certo dia durante o Carnaval podemos ver no facebook que alguém postou que o carnaval de Óbidos já é o melhor do Pará e que vai ganhar o mundo assim que certos políticos parem de querer fazer nome em cima desta festa popular.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Presença da mitologia grega no carnaval obidense

 Por M. Lino

Uma pequena aula de história: Os gregos criaram mitos para explicar os fenômenos naturais. Esses relatos repassados oralmente preservavam a memória e a riquíssima cultura desse povo. A civilização ocidental herdou grande influência da cultura grega, através dos romanos que conquistaram a Grécia militarmente, mas culturalmente absorveram o conhecimento dos gregos. A cultura grega tornou-se, então, base do pensamento ocidental, e assim a mitologia grega chegou até nós.
A cultura grega foi redescoberta na idade moderna européia com os movimentos chamados de Renascimento e o Classicismo.
Havia na mitologia grega o deus Fobos, filho de Ares (Marte), o deus da guerra, e Afrodite (Vênus), deusa da beleza e do amor, esta deusa amava a alegria e o glamour. Fobos simbolizava

sexta-feira, 8 de abril de 2011

ACABOU O CARNAVAL ACABOU O DIVERTIMENTO?


Se assim for, somente em julho haverá algo de interessante na cidade.
Por M.Lino

Acabou o carnaval. Estamos no período da Quaresma. Que saudade do furdunço! Não significa o fim da picada. No entanto, em se tratando da cidade de Óbidos, guardo algumas reservas.
A Quaresma é a época em que a sociedade obidense se divide em duas classes distintas: de um lado estão os frequentadores assíduos das celebrações cristãs, de outro os célebres simpatizantes do Calçadão da Fama.
Ainda não é o juízo final a colocar à direita os eleitos e à esquerda os maus. Trata-se de falta de opções. Ou o cidadão se enquadra em uma dessas classes ou fica deslocado. Após a “cremação do Pai da Pinga” a coisa ficou ainda pior. Procura-se um lugar onde ir e não se encontra, um programa cultural, sim porque o carnaval é a maior expressão cultural na cidade, e já que acabou não há outra escolha. Acabou o carnaval acabou a diversão? Se assim for, somente em julho haverá algo de interessante na cidade. Não pensemos assim. Vejamos como nem tudo está perdido. Há o futebol nos finais de semana no estádio Arizão. É a melhor oportunidade para atualizar o repertório de palavrões. Bom, fora isso... não há mais o que fazer na cidade. A não ser encher a cara no boteco mais próximo. Geralmente é a opção preferida dos jovens, infelizmente. Por isso, há muito tempo a cidade não revela nenhum craque de futebol.
De forma discreta, o transcendente grupo de teatro Getsemani prepara o espetáculo sacro sobre a paixão e morte de Jesus Cristo. Tive a grata oportunidade de diversas vezes assistir o trabalho desses artistas que representam a maior expressão da arte cênica na cidade. O espetáculo merece aplausos, os atores e organizadores também. Mas, depois que acaba a Semana Santa, ao que parece, o grupo desencarna e passa a ter uma vida totalmente alheia. Pelo menos não temos mais notícias de outro trabalho de vulto quanto o da Quaresma.
Poderia ser diferente. Poderia e deveria. Quando o poder público falha, como é o caso da falta de apoio a grupos de teatro amador, cabe à população tomar a iniciativa. Aqui o conceituado grupo, como protagonista, promoveria momentos de cultura com mais apresentações, e de quebra revelaria talentos. A população agradeceria.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Uma Exibição Única no Carnapauxis

Diante de um grande público os jovens músicos fizeram bonito

Por M. Lino

Terça-feira gorda de carnaval, acompanhávamos o desfile irreverente do bloco das Virgens. Próximo ao Quartel, na altura da Colina do Céu, os alto-falantes na Praça da Cultura anunciaram que a Escola de Música Manoel Rodrigues faria uma apresentação única no palco do Carnapauxis.  A comissão de frente do bloco passava diante da igreja do Bom Jesus e a minha espectativa logo se voltou para a apresentação dos jovens músicos.
Uma revoada de libélulas adentrou a praça, pousou no palco onde haviam se posicionado os jovens instrumentistas, admirados, diríamos, até assustados, talvez pela apreensão em estrear num palco maravilhoso e diante de milhares de espectadores, certamente o maior público a qual se apresentaram até então. A preocupação era tão grande e visível que nem sequer um gesto era notado entre os garotos, alguns abraçavam seus instrumentos como se o risco em perdê-los fosse iminente. As borboletas evoluíam no palco e nossos bravos músicos estáticos pela novidade, toda praça era movimento, nenhum balanço de ombro era notado entre o grupo. Concentração? Nervosismo? Estava claro que aquela era a maior experiência na vida deles. Não é fácil encarar o maior público do carnaval de Óbidos. Diante de uma apresentação tão importante o que pensariam os pequenos?
Lembrei o tema do bloco das Virgens e comecei a indagar-me: que borboleta sairia daquele casulo? Ainda não havia apreciado o trabalho da escola. Os músicos, quietinhos como casulos. Alguma coisa sairia dali, mas as cores da borboleta ainda me eram desconhecidas. A expressão nos rostos de adolescentes expressavam sonhos refletidos no pentagrama dos olhos de cada um.
Torcia para que tudo desse certo.
Após a execução da música oficial do bloco e apresentação do estandarte, comissão de frente, etc., finalmente o locutor oficial anunciou, com as merecidas pompas, a aguardada exibição. Chegara o momento do casulo romper e liberar a borboleta ali contida. Somente um ouvido exigente e perfeccionista poderia notar um ínfimo descompasso na introdução da apresentação (culpa da falta de um ensaio prévio com a banda), algo irrelevante no momento e imediatamente contornado com maestria pelo grupo, que superou a ansiedade e evoluiu as notas de clássicos do carnaval nacional para o espanto da massa de brincantes ali presente. Vencido o primeiro instante de improvisação, o conjunto musical superou as espectativas e mostrou o resultado de longa dedicação e aprendizagem, merecedora de elogios. Fiquei orgulhoso daqueles jovens.
Foi uma surpresa, mostra convincente de que em Óbidos a tradição dos músicos correrá sempre perene. A escola se apresentou de forma condigna ao nome de Manoel Rodrigues, o mestre que em tantos momentos nos alegrou com sua música.
Já era tempo da escola de música descer da Casa de Ordens do Quartel General Rego Barros para o meio do povão, aliás, para cima de um palco.
Pela categoria que os jovens músicos mostraram, percebemos que estão muito bem preparados para alçar outros vôos. A recepção que proporcionaram aos visitantes merece registro, mas é preciso mais, muito mais, ainda falta um degrau a ser percorrido.   Para o ano, é fundamental passar do palco para o chão, de um lugar restrito para as ruas. Quando vemos Rosildo e Isaac Israel fazendo espetáculo diante do “Pai da Pinga”, almejamos ver esses jovens da escola de música puxando outros blocos pelas ruas da cidade. O que falta? Maturidade? Acredito que não.
A apresentação na terça-feira de carnaval, foi prova suficiente de que esses músicos estão prontos para levar alegria pelas ruas da cidade.
A aparição no palco foi tímida, mas as ruas os aguardam, o carnaval precisa desses músicos. Sem dúvida, será um ganho para todos, principalmente para o carnaval obidense, que carece da participação mais ativa da escola de música Manoel Rodrigues. É fundamental que estes saiam do casulo e ganhem as ruas nos próximos carnavais, para alegrar e contribuir com o Carnapauxis.